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quarta-feira, 18 de agosto de 2010
segunda-feira, 26 de abril de 2010
"As meninas" de Lygia Fagundes Telles no teatro
O romance emblemático dos anos 70, clássico da literatura brasileira, de Lygia Fagundes Telles, ganha vida nos palcos, com adaptação de Maria Adelaide Amaral e direção de Yara de Novaes.
Na São Paulo no final dos anos 60, auge da ditadura militar, três jovens universitárias convivem num pensionato de freiras relativamente liberais e progressistas - Lia, Lorena e Ana Clara. O livro narra os encontros e desencontros dessas três garotas com o conturbado mundo que as cerca. Ano da publicação do romance: 1973. Ano também do governo Médici, de censura, de silêncio.
Com lucidez e técnica contundente, Lygia Fagundes Telles retrata esse tempo por meio dos sonhos e da ótica dessas três meninas: a aristocrática e romântica Lorena, que transpira generosidade e aspira viver um grande amor com um homem mais velho e casado; Lia, idealista e guerrilheira, a subversiva e flamante Lião, tranca a matrícula na faculdade e vai à luta pela causa da liberdade, sonhando em reencontrar o namorado, preso político e torturado; e Ana Clara, a bela modelo que mergulha nas drogas, chamada de Ana Turva pelas outras, mas acredita que um rico casamento possa libertá-la da dependência e do pavor da miséria.
Somando-se e entrelaçando-se à história principal, destaque para a Mãezinha de Lorena, tão fútil quanto atormentada pelos sinais de velhice, e com eles o terror de perder seu jovem namorado. Max; o belo e frágil amante de Ana Clara, que trafica para garantir a própria droga; Guga, colega de faculdade de Lorena, que abandona o curso de Direito para se tornar um despreocupado militante do movimento Paz e Amor; e Irmã Priscila, a freira perplexa com a revolução dos costumes que atinge a todos, leigos e os religiosos. Como pano de fundo em AS MENINAS, um apaixonante retrato político do Brasil e de um mundo em transformação. Nada será como antes. Nunca mais.
Na São Paulo no final dos anos 60, auge da ditadura militar, três jovens universitárias convivem num pensionato de freiras relativamente liberais e progressistas - Lia, Lorena e Ana Clara. O livro narra os encontros e desencontros dessas três garotas com o conturbado mundo que as cerca. Ano da publicação do romance: 1973. Ano também do governo Médici, de censura, de silêncio.
Com lucidez e técnica contundente, Lygia Fagundes Telles retrata esse tempo por meio dos sonhos e da ótica dessas três meninas: a aristocrática e romântica Lorena, que transpira generosidade e aspira viver um grande amor com um homem mais velho e casado; Lia, idealista e guerrilheira, a subversiva e flamante Lião, tranca a matrícula na faculdade e vai à luta pela causa da liberdade, sonhando em reencontrar o namorado, preso político e torturado; e Ana Clara, a bela modelo que mergulha nas drogas, chamada de Ana Turva pelas outras, mas acredita que um rico casamento possa libertá-la da dependência e do pavor da miséria.
Somando-se e entrelaçando-se à história principal, destaque para a Mãezinha de Lorena, tão fútil quanto atormentada pelos sinais de velhice, e com eles o terror de perder seu jovem namorado. Max; o belo e frágil amante de Ana Clara, que trafica para garantir a própria droga; Guga, colega de faculdade de Lorena, que abandona o curso de Direito para se tornar um despreocupado militante do movimento Paz e Amor; e Irmã Priscila, a freira perplexa com a revolução dos costumes que atinge a todos, leigos e os religiosos. Como pano de fundo em AS MENINAS, um apaixonante retrato político do Brasil e de um mundo em transformação. Nada será como antes. Nunca mais.
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terça-feira, 20 de abril de 2010
Secretaria de Políticas para as Mulheres - SPM
Conforme a MP nº 483, a SPM passa a ser "órgão essencial" da Presidência da República
A Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM) ganhou um novo status na estrutura do Governo Federal. Conforme a Medida Provisória nº 483, publicada no Diário Oficial da União de 25 de Março de 2010, a SPM passa a ser "órgão essencial" da Presidência da República. Ou seja, passa a ter a mesma estrutura (recursos humanos e financeiros) dos Ministérios.
Além da SPM, a Controladoria-Geral da União (CGU) e mais três secretarias especiais (Direitos Humanos, Políticas de Promoção da Igualdade Racial e Portos) passam a integrar os chamados “órgãos essenciais” - definidos na Lei nº 10.683/2003 - que já abrange a Casa Civil, Secretaria-Geral, Secretaria de Relações Institucionais, Secretaria de Comunicação Social, Gabinete Pessoal, Gabinete de Segurança Institucional e Secretaria de Assuntos Estratégicos.
Outra novidade é que os titulares das Secretarias integrarão o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES). Presidido pelo presidente da República, o CDES tem caráter consultivo, com a atribuição de propor as medidas necessárias para alavancar o crescimento do País.
Leia a íntegra da MP nº 483, de 24 de março de 2010.
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quinta-feira, 15 de abril de 2010
quarta-feira, 17 de março de 2010
terça-feira, 16 de março de 2010
Mulheres na gastronomia
As mulheres são o tema central do 13o. Festival Internacional de Cultura e Gastronomia de Tiradentes, que será realizado de 20 a 29 de Agosto de 2010, na cidade histórica mineira. Na edição 2010, chefs, sommeliers e mestres cervejeiras serão todas mulheres, assim como as integrantes das equipes de produção, assessoria de imprensa e agência de publicidade.
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Mulheres na política
Dentre as homenagens ao Dia Internacional da Mulher, foi lançado em 11 de Março de 2010 o livro Mulheres na política editado pela Assembléia Administrativa de Minas Gerais, focalizando a atuação da mulher na vida política do Estado em todos os tempos. Superpreendentemente, pode-se constatar que apenas 28 mulheres foram eleitas para exercer atividades parlamentares, seja como deputadas estaduais ou federais. Realmente é muito pouco. Dentre as 28 parlamentares elencadas, 23 são vivas e atuantes.
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